Prefeitura entrega equipamentos de resgate para Bombeiros de Guaíba

O Corpo de Bombeiros de Guaíba recebeu novos itens fundamentais para a atuação no município. Nesta terça-feira (20), as equipes testaram o conjunto desencarcerador, que serve para o resgate imediato de vítimas presas a ferragens. A cerimônia ocorreu na sede da corporação.

O comandante do Corpo de Bombeiros, sargento Henrique, ressaltou:

“Comemoramos a aquisição desse equipamento tão importante e agradecemos o apoio da Prefeitura pela agilidade nesse processo. Contamos agora com essas ferramentas maravilhosas para que possamos oferecer esse atendimento para Guaíba e região”.

O prefeito José Sperotto destacou que, muitas vezes, um minuto pode fazer toda a diferença num resgate.

“Após um acidente grave, é com essa tecnologia de alta potência que se consegue ganhar tempo. Aproveito para parabenizar os bombeiros pelo trabalho desenvolvido diariamente no nosso município”.

A aquisição totaliza quase R$ 95 mil referentes aos recursos do Fundo Municipal de Reequipamento do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (Funrebom), que é coordenado pela Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança.

“Importante mostrarmos para a comunidade o que é adquirido com a verba do Funrebom. Ao adquirirmos esse material, temos a certeza que estamos auxiliando os bombeiros a salvar muitas vidas”, completou o secretário Leonardo Gardel.

Funrebom

Conforme prevê a Lei municipal 1.446/1999, o Funrebom tem a finalidade de prover recursos para reequipamento, aquisição de materiais, manutenção das viaturas, realização de estudos e vistorias em projetos de prevenção a incêndio, bem como a construção e conservação das instalações dos bombeiros em Guaíba. O fundo é vinculado ao gabinete do prefeito e as receitas são provenientes da aplicação da Lei Estadual de Prevenção contra Incêndios; de auxílios, subvenções, doações e créditos adicionais ao Corpo de Bombeiros de Guaíba; de recursos decorrentes de alienação de materiais e/ou bens e equipamentos inservíveis, adquiridos pelo próprio fundo; de juros bancários e rendas de capital proveniente de imobilização ou aplicações financeiras do FUNREBOM; e de multas aplicadas em edificações ou empresas que não apresentarem os sistemas de segurança contra incêndios.

Fotos: Gustavo Gossen