COMDICA

DEPOSITE NA CONTA DO FUNDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE OU FAÇA TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA
-BANCO 001 (Banco do Brasil)
-CONTA CORRENTE: 45.468.0
-AGENCIA: 342-5 (Guaíba/RS)
-CNPJ: 23.816.699/0001-68
IMPORTANTE: As pessoas físicas tem até o último dia útil do ano bancário para destinar até 6% do valor do Imposto de Renda a pagar, deste ano fiscal. Para deixar parte de seu Imposto de Renda no nosso município: basta depositar na conta do fundo ou fazer transferência bancária e, no próximo ano, ao fazer a sua declaração de IRPF ref. o ano atual, pode abater até 100% do valor depositado do imposto a pagar (respeitado o limite legal de 6%).  Após, ENVIE e-mail para fundodacrianca@guaiba.rs.gov.br    para identificarmos o doador e realizar declaração para a Receita Federal, confirme seu depósito e informe seu CPF.   Conheça abaixo o projeto que estarás ajudando a financiar, as crianças e adolescentes que serão contempladas desde já lhe agradecem.

PROJETO: MINHA MARCA NO MUNDO

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA) do município de Guaíba/RS apresenta o Projeto “MINHA MARCA NO MUNDO” que tem por objetivo traçar as diretrizes a serem seguidas por entidades não governamentais em suas propostas de projetos a serem apresentadas ao referido Conselho de Direito no intuito de acesso a recursos do Fundo Municipal dos Direitos de Crianças e Adolescentes (FUMDICA). Estes projetos devem estar voltados à promoção e defesa dos direitos da infância e da adolescência, preconizados no ECA.

Este projeto surge da necessidade, urgente, de fomentarmos a construção e execução de projetos que visem à promoção, à garantia e a defesa dos direitos da infância e da adolescência: a) que atendam às questões inerentes a diferentes faixas etárias; b) que sejam realizados em contraturnos escolares, através de grupos com duração de, ao menos, três (03) horas, a serem realizados, no mínimo, três vezes por semana; c) que sejam trabalhadas as potencialidades desses sujeitos que estão em uma condição peculiar de desenvolvimento (ECA, Art.6º, 1990); d) que oportunize, através do conhecimento, o desenvolvimento de suas potencialidades positivas, despertando-os para o exercício da cidadania e que garanta seus direitos, historicamente conquistados e determinados em legislações pertinentes.

Estas diretrizes também servirão de base para a Captação de Recursos junto a pessoas físicas e jurídicas ao FUMDICA.

Justificativa: O projeto “MINHA MARCA NO MUNDO” chega com um apelo de fácil entendimento pelo público-alvo, sem o uso de palavras e conceitos pouco conhecidos por eles, mas que certamente serão trabalhados nas oficinas temáticas. O projeto visa uma ampliação de diversos conceitos que, por vezes estão muito distantes do conhecimento e da realidade deste público. É certo que, de uma forma positiva ou negativa, deixamos a nossa marca no mundo, ainda que este mundo, num primeiro momento, seja apenas a nossa comunidade, a nossa escola ou a nossa casa. É preciso ampliar o olhar dos jovens, dar-lhes incentivos e conhecimento para que desenvolvam potencialidades, trabalhem a autoestima, as possibilidades de trabalho individual e, especialmente, coletivo, visto que vivenciamos cotidianamente o apelo ao individualismo e à competição. Aprofundando debates e a análise crítica sobre conceitos de cidadania, direitos, deveres, valores, demonstrando diversas formas de lidar, desde tenra idade, com as complexas relações sociais, bem como, com os conflitos e com as angústias delas recorrentes, contribuindo, assim, para que consigam lidar com e superar obstáculos, através do conhecimento.

Como este projeto deve ser desenvolvido? As crianças e adolescentes inseridos nos respectivos projetos devem pertencer a famílias que estejam vivenciando situação de vulnerabilidades, que busquem espontaneamente a inscrição ou que sejam encaminhados pela rede pública de ensino, política de assistência social, Conselho Tutelar ou outro órgão do Sistema de Garantia de Direitos, com fundamentação da entidade sobre o porquê da inserção, ou não, no Projeto. Toda a execução do projeto deverá ser realizada pelo proponente (Entidade local, que trabalha com projetos sociais para crianças e adolescentes), que esteja apta a firmar convênios pelos critérios da Lei 13.019/2014, além, dos critérios estabelecidos pela Lei nº 8.069/90 (ECA). Os quadros Técnicos dos Projetos poderão ser compostos por psicólogas (os), pedagogas (os), assistentes sociais, educadores sociais, oficineiras (os), entre outros profissionais necessários ao alcance dos objetivos traçados pelas entidades em seus respectivos projetos. Será primada a qualidade

e não a quantidade de pessoas abrangidas, pois, o projeto deverá ter encontros ao menos 03 dias na semana, no contra turno escolar, pelo período mínimo de três (03) horas, cada encontro. Os projetos poderão conter e intercalar, por exemplo, oficinas práticas de informática; jogos pedagógicos; atividades lúdicas; feiras/jogos do conhecimento (sobre profissões, de leituras, de artes); ações que apresentem a atuação e para que servem: o Conselho Tutelar, a Polícia, o Legislativo, o Executivo, a Justiça, dentre outras instituições e entidades; oficinas que visem ao desenvolvimento das competências cidadãs, com a profundidade necessária a cada faixa etária trabalhada. Poderão ser objetos de discussões: a autonomia e o protagonismo feminino, debatendo-se, por exemplo, sobre gravidez precoce, autoestima, formas de violências contra a mulher, leis e formas de defesa; questões relevantes para a adolescência; ações que objetivem o fortalecimento dos vínculos afetivos familiares, de amizade e de pertencimento comunitário e social; que reflitam sobre como lidar com os conflitos, sobre os reflexos e consequências de nossas atitudes; sobre como viver num mundo conectado ou desconectado, entre outros.